"Austrália, a terra do Eucalipto". Assista agora a reportagem.

http://www.agrosoft.org.br/agropag/217371.htm

terça-feira, 5 de julho de 2011

IMPORTANCIA DO EUCALIPTO


É uma árvore como qualquer outra na natureza. Mas uma árvore muito especial, que tanto produz madeira para atender às necessidades do homem, como ajuda a preservar as florestas nativas.


É uma planta exótica (não é nativa do Brasil), assim como o café, o milho, a soja, a cana-de-açúcar e várias outras culturas amplamente cultivadas em nosso país.


Nas áreas estudadas, as crenças de que o eucalipto seca a terra não se sustentam. Seu consumo de água é semelhante ao das florestas nativas e suas raízes permanecem distantes dos lençóis freáticos.


O eucalipto leva aproximadamente sete anos até ser colhido e, portanto, requer poucas ações do homem sobre o solo. Ele pode ser cultivado em terrenos de baixa fertilidade natural e não exige muitos nutrientes e defensivos agrícolas em comparação com outras culturas.


Manejado de forma adequada, o eucalipto propicia a proteção e a conservação da biodiversidade. A crença de que ele cria um deserto verde não se justifica.


Com seu crescimento rápido, o eucalipto ajuda a absorver o gás carbônico da atmosfera, devolvendo oxigênio puro à natureza. O papel das florestas plantadas de eucalipto é, portanto, fundamental no esforço da humanidade em neutralizar os gases de efeito estufa responsáveis pelo aquecimento da Terra.


A contribuição do eucalipto para o desenvolvimento sustentável do Brasil é crescente. As atividades ligadas ao setor florestal já respondem por boa parcela do nosso PIB e geram milhões de empregos diretos e indiretos. Tudo isso, ajudando a proteger o meio ambiente.

A importância das florestas

Desde que o mundo é mundo, e no Brasil não foi diferente, as florestas nativas vêm sendo exploradas indiscriminadamente pelo homem, por dois motivos fundamentais: primeiro, pela demanda crescente por madeira, e, segundo, pela crença de que os recursos naturais são inesgotáveis.

A natureza é finita, sim. E é aí que residem a atualidade e a importância das florestas plantadas como alternativa ecológica para o nosso planeta e o nosso país. Um país privilegiado, com enorme disponibilidade de luz solar, água e um solo onde, como já dizia Pero Vaz de Caminha, em se plantando, tudo dá.

Tão discutidas no passado, e hoje cada vez mais valorizadas, as florestas plantadas garantem a coexistência dos biomas naturais remanescentes.

Aproximadamente um terço da área pertencente às empresas florestais no país, como é o caso da Aracruz, é coberto e preservado somente com vegetação nativa, protegida na forma de reservas legais e áreas de preservação permanente.Intercaladas com os plantios comerciais, essas florestas permitem a comunicação, multiplicação e preservação de espécies da fauna e flora locais.

No Brasil, onde ainda existem 92 milhões de hectares de terras agricultáveis não utilizadas, as florestas plantadas com eucaliptos, pínus e outros tipos de árvore ocupam 5,7 milhões de hectares (60% deles destinados à eucaliptocultura), contra 61 milhões de hectares ocupados por outros cultivos agrícolas, como milho, soja, laranja e café. E nada menos que 220 milhões de hectares são ocupados por pastagens.

É dessa realidade que trata esta publicação, preparada pelo Centro de Pesquisa e Tecnologia da Aracruz. Nosso objetivo é apresentar a todos os interessados os mais recentes conhecimentos sobre os plantios de eucalipto. Além da história da introdução dessa espécie no Brasil e nas áreas de plantio da Aracruz, você também vai conhecer os resultados de diversos trabalhos desenvolvidos pelos nossos pesquisadores, em parceria com outros centros de pesquisa e universidades, além de dados comparativos de outras culturas agrícolas.

Nosso propósito é contribuir para o enriquecimento da discussão sobre a cultura do eucalipto, e divulgar sua importância para o desenvolvimento socioambiental do Brasil e dos brasileiros.

terça-feira, 7 de junho de 2011

BNDES libera R$ 2,7 bilhões para a Eldorado Celulose

Recursos integram investimento de R$ 5,1 bilhões na fábrica do grupo JBS que deverá produzir 1,5 milhão de toneladas/ano

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 2,7 bilhões para a Eldorado Celulose e Papel, em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. A Eldorado é controlada pela J&F Participações, empresa holding da JBS. Segundo o banco de fomento, os recursos serão destinados à construção da maior fábrica de celulose do mundo, com uma produção de 1,5 milhão de toneladas por ano de celulose branqueada de eucalipto. A unidade deverá entrar em operação em novembro de 2012.


Os investimentos na nova fábrica, de R$ 5,1 bilhões, criarão mil empregos diretos e 4 mil indiretos. “O apoio do BNDES equivale a 53% do valor total aportado na primeira linha da unidade de Três Lagoas, que foi projetada para receber mais duas linhas de produção de celulose, cada uma com capacidade nominal de 1,5 milhão de toneladas/ano”, diz o comunicado do BNDES.


A participação do banco, que inclui o financiamento a investimentos sociais nas áreas de influência da empresa, contribui para a entrada de uma nova empresa no setor, “reforçando a vocação do Brasil para a liderança mundial na produção de celulose de eucalipto”. O BNDES informa que o empreendimento também trará impactos positivos para a balança comercial brasileira, uma vez que a produção visa o mercado externo, além de abrir uma nova frente de desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, Estado tradicionalmente pecuarista.

A região escolhida pela
Eldorado é composta por terras previamente utilizadas para pastagens, próxima a áreas de plantio de eucalipto já constituídas. O Estado do Mato Grosso do Sul apresenta uma série de aspectos favoráveis à construção de uma unidade de celulose da magnitude planejada pela Eldorado. Além de dispor de relevo, solo e clima adequados, conta com uma estrutura fundiária baseada em grandes propriedades com titularidade regularizada, diz o texto do banco estatal.

“O apoio do BNDES ao desenvolvimento da indústria de papel e celulose tem crescido ao longo dos últimos anos. Atualmente, a carteira do banco nesse segmento soma R$ 12 bilhões, o que representa investimentos totais de R$ 24,9 bilhões. Nos últimos dez anos, os desembolsos do banco para o setor atingiram R$ 14 bilhões”, afirma o BNDES.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Código Florestal chegou hoje ao Senado

O projeto que reforma o Código Florestal chegou hoje ao Senado e já entra na pauta do dia. Caberá ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ler a matéria em plenário e encaminhá-la às comissões temáticas, no caso as de Constituição e Justiça, de Agricultura e de Meio Ambiente.

Sarney também será responsável pela definição da ordem de tramitação da matéria nas comissões. Essa prerrogativa do presidente do Senado é estratégica, uma vez que, na última comissão em que for analisado, o projeto poderá sofrer mudanças substanciais ou até mesmo ser alterado completamente com a aprovação de um substitutivo - apresentação de novo texto para a matéria em questão - antes de ser levado ao plenário.

O ponto fundamental para os senadores da base governista é a Emenda 164, do PMDB, em acordo com a oposição, já aprovada pela Câmara dos Deputados. A emenda permite a consolidação de plantações e pastos em áreas de preservação permanente (APPs) e em reservas legais feitas até junho de 2008, até que o governo estabeleça o que não poderá ser mantido nessas áreas.

A emenda também prevê que os estados poderão legislar sobre políticas ambientais, juntamente com a União. Os dois pontos da Emenda 164 não são aceitos pela presidenta Dilma Rousseff que, agora, tenta retirá-los do texto na tramitação no Senado.

Caberá ao senador Jorge Viana (PT-AC) relatar a matéria na Comissão de Meio Ambiente. Na de Constituição e Justiça, a tendência é que o presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE) indique o ex-governador de Santa Catarina Luiz Henrique, também do PMDB. Eunício tem dito, entretanto, que poderá rever o nome, caso haja uma composição com o governo.

Os peemedebistas também trabalham o nome de Luiz Henrique para relatar a matéria na Comissão de Agricultura. O presidente da comissão, Acir Gurgacz (PDT-RO), poderá avocar para si a relatoria do projeto de lei.

domingo, 1 de maio de 2011

Eucalipto clone GG100

Eucalipto clone GG100. Medição feita na altura de 1,40 metros em árvores não selecionadas escolhidas em uma fileira aleatória. Sempre repetindo a mesma fileira.

AVALIAÇAO DE CRESCIMENTO

Contagem Data Medição média (cm) Crescimento (%)

06/02/2010 37 100,00

05/04/2010 39 5,41

07/07/2010 41 5,13

02/10/2010 42 2,44

05/12/2010 43 1,62

05/02/2011 44 2,32

07/04/2011 46 4,54

Média mensal de crescimento 1,73%